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Lambrequins na Polônia:
    Fotos de M. E. Wojciechowscy
    Fotos do site ww.olsza.pl
    Fotos do site: polskiekrajobrazy.republika.pl

Outros:
    Fotos Flickr


Desfile de Lambrequins - András Vörös

Matéria divulgada no Jornal do Estado (on line):

Lambrequins em exposição no Centro de Criatividade

Os lambrequins, adereços das moradias curitibanas do fim do século XIX, foram reproduzidos pelo artista plástico András Vörös, que expõe no Centro de Criatividade de Curitiba um acervo de mais de cinqüenta modelos. A mostra inaugura às 19h desta quinta-feira (08), como resultado de um intenso trabalho de pesquisa que levou o artista a recriar elementos tradicionais da arquitetura dos colonos europeus aqui radicados. A exposição permanece aberta ao público até o dia 11 de março, com entrada franca.

Com a recriação destas formas vivas e harmônicas, András Vörös homenageia os antigos artesãos e divulga às novas gerações uma rica mensagem cultural. “Lambrequim” é uma palavra francesa de origem holandesa (lamperkijm) e traduz o conceito de ornato em madeira, metal ou pano, que pode ser usado em beirais, interiores e brasões. Em Curitiba, o registro dos primeiros lambrequins data do fim do século XIX, concentrados em áreas habitadas por imigrantes.

Os representantes das várias etnias trouxeram formas e linhas que sofreram adaptações, modificações e até deformações, contribuindo para novos modelos de lambrequins, bem diferentes do tradicionais. Os enfeites eram executados em pinho (araucária) pela sua qualidade e abundância. As cores tradicionais (verde, branco, marrom, amarelo e azul) remetiam aos tons da natureza e encantavam os visitantes.

O lambrequim como manifestação artística é um símbolo que se observa em diversas moradias, principalmente nas construídas em madeira. Nele estão representadas as formas elementares (círculo, quadrado, triângulo, entre outros), além de animais, plantas, flores e da natureza como um todo. As peças justapostas com seus contornos côncavos e convexos, alinhados ou não, transmitem um ritmo especial, que desperta a sensação de movimento e vibração. O lambrequim marcou o passado e ainda vive no presente como evocação poética das tradições das etnias que integram a população curitibana.

O artista - Nascido em São Paulo, em 1950, András Vörös é filho de húngaros que vieram para o Brasil em busca de novas oportunidades. Com formação acadêmica na área de Educação Física, é artesão por convicção. Dedica-se à pesquisa e à recriação da expressão artística popular em materiais diversos, com ênfase em madeira e ossos.

Artista criativo, András desde a juventude sente-se atraído por elementos ligados ao folclore. Esculpiu bengalas, anéis de guardanapo, colares, móveis rústicos e, finalmente, em suas viagens pelo interior do Paraná e Santa Catarina, encantou-se com a poesia dos lambrequins. A dedidação aos lambrequins ocupa o artista nos últimos anos, envolvendo as fases de pesquisa, registro fotográfico e reprodução das obras.

Imagem do Google Earth

-Fotos

-Lambrequins

Lambrequins na fase anterior a exposição.